A opinião de Divaldo Pereira Franco sobre Ramatís
No dia 15/08/2004, esteve o eminente espírita Divaldo Pereira Franco no Colégio Militar da cidade do Rio de Janeiro, para ofertar sua palavra aos participantes da tradicional feira benficente espírita que ocorre naquele local todos os anos. Vale a lembrança de que este ano, todo o dinheiro arrecadado pela feira foi destinado à Mansão do Caminho, Instituição espírita beneficente que Divaldo sustenta. Ocorre que tive o prazer de ouvir sua preleção, como em outro ano. Diferentemente de outros lugares em que faz palestras, nesta ocasião, Divaldo responde as perguntas feitas pelos circunstantes. E eis que foi colocado em interessante situação, quando anunciou o conhecido espírita Geraldo Guimarães, que havia uma pergunta feita por uma pessoa frequentadora da Sociedade Espírita Ramatís do Rio. O fundo da pergunta era saber-se o que Divaldo Franco pensava de Ramatís. Me surpreendi bastante pela coincidência de eu, um simpatizante deste espírito, estar presente no local, quando não era absolutamente provável que eu ali estivesse, e muito menos que alguém resolveria perguntar algo à Divaldo sobre este espírito. Achava improvável que tudo isto acontecesse... Muito me surpreendi com a resposta de um dos líderes do movimento espírita atual. Intrigante foi saber de sua relação com o mais conhecido médium do espírito Ramatís, chamado Hercílio Maes. Os dois se conheceram quando estavam começando a trilhar o caminho da mediunidade, e a relação era de simpatia. Em seguida Divaldo confirmou a existência do espírito Ramatís, pois disse que o viu nos trajes normalmente conhecidos pelos espiritualistas e espíritas. Disse que Ramatís é uma nobre entidade. Disse que o maior atrativo das obras de Ramatís é a retidão e perfeição moral de seus ensinos. Disse que, realmente, existem mensagens suas que precisam ainda ser confimadas pelo tempo. E parabenizou a todos nós por procurarmos o esclarecimento necessário ao nosso aprendizado espiritual. E é isso amigos, faço este relato concitando aos espíritas que, antes de falarem do que não conhecem, ou de "combaterem a imperfeição", que procurem estudar, separando o que consideram bom ou ruim, mas que utilizem o próprio crivo, sem aquela preguiça de roubar a opinião formada de alguém mais conhecido, mas que talvez seja infeliz em sua opinião. Apenas para que os colegas mais intransigentes não queiram entrar em contenda por causa do assunto, saliento que, até o momento, as obras de Ramatís são consideradas como espiritualistas pela FEB, não como espíritas, o que, a meu ver, não tira o brilho de grandes elucubrações filosófico-morais ditadas por este espírito oriental. Vale terminar este tópico, dizendo que o final do encontro foi lindo. Divaldo contou um caso emocionante de amor fraternal e, ao final, disse algo como: "Que o Sol de Jesus possa brilhar em nossos corações!" Momento exato em que, aparentemente por coincidência, Divaldo conseguiu terminar sua palestra no exato momento das 18 horas, hora em que os sinos de alguma capela existente no Colégio Militar badalam lindamente uma canção religiosa conhecidíssima.
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JESUS DE NAZARÉ GUIA E MODELO DA HUMANIDADE.
O EVANGELHO É O NOSSO REMEDIO A FÉ É A NOSSA CURA.
O evangelho não improvisa heróis e nem relega aos anjos tarefas que devem estar em nossas mãos.
O momento é de prova? Ergue-te e aceita a vida.
Um comentário:
Não tenho nada contra o espirito Ramatis, mas observo a mensagem dele muito parecida com a de J.B. Roustaing, onde Jesus é exaltado, anjelizado e deificado e em seguida ironizado, ridicularizado, deturpado e estupidificado. O mesmo tem a petulância de afirmar que Jesus encarnou como Antúlio, em Lemúria.
E assim como vc mesmo falou, "que procuremos estudar, separando o que consideram bom ou ruim, mas que utilizem o próprio crivo, sem aquela preguiça de roubar a opinião formada de alguém mais conhecido, mas que talvez seja infeliz em sua opinião"
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