ESTA CASA TEM COMO FINALIDADE BÁSICA O ESTUDO E A DIVULGAÇÃO DA DOUTRINA DOS ESPÍRITOS NO SEU TRÍPLICE ASPECTO, FILOSOFIA, CIÊNCIA E RELIGIÃO. ENDEREÇO: AV SARGENTO DE MILICIAS, 1344. NA RUA DO CLUBE PAVUNENSE, FUNDOS, PAVUNA, RJ (TOQUE A CAMPAINHA) CARTAS FRATERNA: ORIENTAÇÃO ATRAVÉS DA PSICOGRAFIA. TODOS OS SÁBADOS AS 18 HORAS.
JESUS DE NAZARÉ GUIA E MODELO DA HUMANIDADE.
O EVANGELHO É O NOSSO REMEDIO A FÉ É A NOSSA CURA.
O evangelho não improvisa heróis e nem relega aos anjos tarefas que devem estar em nossas mãos.
O momento é de prova? Ergue-te e aceita a vida.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
OS MÉDIUNS
Emmanuel.
COMUNICAÇÃO COM OS BONS ESPÍRITOS
prepareis para esse favor pelo recolhi
mento, por intenções puras e pelo desejo de fazer o bem, tendo em vista o progresso
geral. Porque, lembrai-vos de que o egoísmo é causa de retardamento a todo progresso.
Lembrai-vos de que se Deus permite que alguns dentre vós recebam o sopro daqueles
de seus filhos que, pela sua conduta, souberam fazer-se merecedores de lhe
compreender a infinita bondade, é que ele quer, por solicitação nossa e atendendo às
vossas boas intenções, dar-vos os meios de avançardes no caminho que a ele conduz.
Assim, pois, médiuns! aproveitai dessa faculdade que Deus houve por bem
conceder-vos. Tende fé na mansuetude do nosso Mestre; ponde sempre em prática a
caridade; não vos canseis jamais de exercitar essa virtude sublime, assim como a
tolerância. Estejam sempre as vossas ações de harmonia com a vossa consciência e
tereis nisso um meio certo de centuplicardes a vossa felicidade nessa vida passageira e
de preparardes para vós mesmos uma existência mil vezes ainda mais suave.
Que, dentre vós, o médium que não se sinta com forças para perseverar no
ensino espírita, se abstenha; porquanto, não fazendo proveitosa a luz que o ilumina, será
menos escusável do que outro qualquer e terá que expiar a sua cegueira.
Pascal.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.
O VERDADEIRO ESPÍRITA
corações aflitos; consolar, acalmar desesperos, operar reformas morais, essa a sua
missão. E nisso também que encontrará satisfação real.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP:III, ITEM, 30.
MÉDIUNS INTUITIVOS
médium, ou, melhor, de sua alma,
pois que por este nome designamos o Espírito encarnado. O Espírito livre, neste caso,
não atua sobre a mão, para fazê-la escrever; não a toma, não a guia. Atua sobre a alma,
com a qual se identifica. A alma, sob esse impulso, dirige a mão e esta dirige o lápis.
Notemos aqui uma coisa importante: é que o Espírito livre não se substitui à alma, visto
que não a pode deslocar. Domina-a, mau grado seu, e lhe imprime a sua vontade. Em tal
circunstância, o papel da alma não é o de inteira passividade; ela recebe o pensamento
do Espírito livre e o transmite. Nessa situação, o médium tem consciência do que
escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento. E o que se chama médium
intuitivo.
Mas, sendo assim, dir-se-á, nada prova seja um Espírito estranho quem escreve e
não o do médium. Efetivamente, a distinção é às vezes difícil de fazer-se, porém, pode
acontecer que isso pouca importância apresente. Todavia, é possível reconhecer-se o
pensamento sugerido, por não ser nunca preconcebido; nasce à medida que a escrita vai
sendo traçada e, amiúde, é contrário à idéia que antecipadamente se formara. Pode
mesmo estar fora dos limites dos conhecimentos e capacidades do médium.
O papel do médium mecânico é o de uma máquina; o médium intuitivo age como
o faria um intérprete. Este, de fato, para transmitir o pensamento, precisa compreendêlo,
apropriar-se dele, de certo modo, para traduzi-lo fielmente e, no entanto, esse
pensamento não é seu, apenas lhe atravessa o cérebro. Tal precisamente o papel do
médium intuitivo.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XV.
MÉDIUNS FALANTES
a bem dizer, médiuns falantes. Estes últimos, as mais das vezes, nada ouvem. Neles, o
Espírito atua sobre os órgãos da palavra, como atua sobre a mão dos médiuns
escreventes. Querendo comunicar-se, o Espírito se serve do órgão que se lhe depara
mais flexível no médium. A um, toma da mão; a outro, da palavra; a um terceiro, do
ouvido. O médium falante geralmente se exprime sem ter consciência do que diz e
muitas vezes diz coisas completamente estranhas às suas idéias habituais, aos seus
conhecimentos e, até, fora do alcance de sua inteligência. Embora se ache perfeitamente
acordado e em estado normal, raramente guarda lembrança do que diz. Em suma, nele, a
palavra é um instrumento de que se serve o Espírito, com o qual uma terceira pessoa
pode comunicar-se, como pode com o auxilio de um médium audiente.
Nem sempre, porém, é tão completa a passividade do médium falante. Alguns há
que têm a intuição do que dizem, no momento mesmo em que pronunciam as palavras.
Voltaremos a ocupar-nos com esta espécie de médiuns, quando tratarmos dos médiuns
intuitivos.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XV.
seria de molde a gerar rivalidades prejudiciais à Doutrina. Responderei que os que se
acham imbuídos dos verdadeiros princípios desta Doutrina vêem unicamente irmãos em
todos os espíritas, e não rivais. Os que se mostrassem ciosos de outros grupos
provariam existir-lhes no íntimo uma segunda intenção, ou o sentimento do amorpróprio,
e que não os guia o amor da verdade. Afirmo que, se essas pessoas se achassem
entre vós, logo semeariam no vosso grupo a discórdia e a desunião.
O verdadeiro Espiritismo tem por divisa benevolência e caridade. Não admite
qualquer rivalidade, a não ser a do bem que todos podem fazer. Todos os grupos que
inscreverem essa divisa em suas bandeiras estenderão uns aos outros as mãos, como
bons vizinhos, que não são menos amigos pelo fato de não habitarem a mesma casa.
Os que pretendam que os seus guias são Espíritos melhores que os dos outros
deverão prová-lo, mostrando melhores sentimentos. Haja, pois, luta entre eles, mas
luta de grandeza dalma, de abnegação, de bondade e de humildade. O que atirar pedra a
outro provará, por esse simples fato, que se acha influenciado por maus Espíritos. A
natureza dos sentimentos recíprocos que dois homens manifestem é a pedra de toque
para se conhecer a natureza dos Espíritos que os assistem.
Fénelon.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.
O DOM DA MEDIUNIDADE
Os mistérios de Elêusis se fundavam na mediunidade. Os Caldeus, os Assírios tinham
médiuns. Sócrates era dirigido por um Espírito que lhe inspirava os admiráveis
princípios da sua filosofia; ele lhe ouvia a voz. Todos os povos tiveram seus médiuns e
as inspirações de Joana d'Arc não eram mais do que vozes de Espíritos benfazejos que a
dirigiam.
Esse dom, que agora se espalha, raro se tornara nos séculos medievos; porém,
nunca desapareceu. Swedenborg e seus adeptos constituíram numerosa escola. A França
dos últimos séculos, zombeteira e preocupada com uma filosofia que, pretendendo
extinguir os abusos da intolerância religiosa, abafava sob o ridículo tudo o que era ideal,
a França tinha que afastar o Espiritismo, que progredia sem cessar ao Norte.
Permitira Deus essa luta das idéias positivas contra as idéias espiritualistas,
porque o fanatismo se constituíra a arma destas últimas. Agora, que os progressos da
indústria e da ciência desenvolveram a arte de bem viver, a tal ponto que as tendências
materiais se tornaram dominantes, quer Deus que os Espíritos sejam reconduzidos aos
interesses da alma. Quer que o aperfeiçoamento do homem moral se torne o que deve
ser, isto é, o fim e o objetivo da vida.
O Espírito humano segue em marcha necessária, imagem da graduação que
experimenta tudo o que povoa o Universo visível e invisível. Todo progresso vem na
sua hora: a da elevação moral soou para a Humanidade. Ela
não se operará ainda nos vossos dias; mas, agradecei ao Senhor o haver permitido
assistais à aurora bendita.
Pedro Jouty (pai do médium).
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.
Todos os médiuns são, incontestavelmente, chamados a servir à causa do
Espiritismo, na medida de suas faculdades, mas bem poucos há que não se deixem
prender nas armadilhas do amor-próprio. E uma pedra de toque, que raramente deixa de
produzir efeito. Assim é que, sobre cem médiuns, um, se tanto, encontrareis que, por
muito ínfimo que seja, não se tenha julgado, nos primeiros tempos da sua mediunidade,
fadado a obter coisas superiores e predestinado a grandes missões. Os que sucumbem a
essa vaidosa esperança, e grande é o número deles, se tornam inevitavelmente presas de
Espíritos obsessores, que não tardam a subjugá-los, lisonjeando-lhes o orgulho e
apanhando-os pelo seu fraco. Quanto mais pretenderem eles elevar-se, tanto mais
ridícula lhes será a queda, quando não desastrosa.
As grandes missões só aos homens de escol são confiadas e Deus mesmo os
coloca, sem que eles o procurem, no meio e na posição em que possam prestar concurso
eficaz. Nunca será demais eu recomende aos médiuns inexperientes que desconfiem do
que lhes podem certos Espíri465
DISSERTAÇÕES ESPÍRITAS
tos dizer, com relação ao suposto papel que eles são chamados a desempenhar,
porquanto, se o tomarem a sério, só desapontamentos colherão nesse mundo, e, no
outro, severo castigo.
Persuadam-se bem de que, na esfera modesta e obscura onde se acham
colocados, podem prestar grandes serviços, auxiliando a conversão dos incrédulos,
prodigalizando consolação aos aflitos. Se daí deverem sair, serão conduzidos por mão
invisível, que lhes preparará os caminhos, e serão postos em evidência, por assim dizer,
a seu mau grado.
Lembrem-se sempre destas palavras: "Aquele que se exalçar será humilhado e o
que se humilhar será exalçado."
O Espírito de Verdade.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI
DOS MEDIÚNS
quando sabem escutá-lo. Agora, que uns se comuniquem diretamente com ele, valendose
de uma mediunidade especial, que outros não o escutem senão com o coração e com
a inteligência, pouco importa: não deixa de ser um Espírito familiar quem os aconselha.
Chamai-lhe espírito, razão, inteligência, é sempre uma voz que responde à vossa alma,
pronunciando boas palavras. Apenas, nem sempre as compreendeis.
Nem todos sabem agir de acordo com os conselhos da razão, não dessa razão
que antes se arrasta e rasteja do que caminha, dessa razão que se perde no emaranhado
dos interesses materiais e grosseiros, mas dessa razão que eleva o homem acima de si
mesmo, que o transporta a regiões desconhecidas, chama sagrada que inspira o artista e
o poeta, pensamento divino que exalça o filósofo, arroubo que arrebata os indivíduos e
povos, razão que o vulgo não pode compreender, porém que ergue o homem e o
aproxima de Deus, mais que nenhuma outra criatura, entendimento que o conduz do
conhecido ao desconhecido e lhe faz executar as coisas mais sublimes.
Escutai essa voz interior, esse bom gênio, que incessantemente vos fala, e
chegareis progressivamente a ouvir
o vosso anjo guardião, que do alto dos céus vos estende as mãos. Repito: a voz íntima
que fala ao coração é a dos bons Espíritos e é deste ponto de vista que todos os homens
são médiuns.
Channing.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
OS ESPÍRITOS PROTETORES -- AMIGOS INVÍSIVEIS
e a dedicação de verdadeiros anjos da guarda, segundo ensina a Doutrina Espírita? Para
responder a esta pergunta, devemos lembrar, primeiramente, que a existência dessas
entidades benignas não foi inventada pelo Espiritismo. Desde as aulas de catecismo, nas
igrejas católicas, ouvimos falar nos anjos da guarda, e na maioria das grandes religiões
universais encontramos essa teoria, sob diferente formas, mas sempre idêntica no conteúdo.
Nas religiões clássicas, do mundo greco-romano, eram os deuses mitológicos que
velavam pelas criaturas. Nas chamadas religiões orientais, que no fim dos tempos
invadiram o Império Romano, e entre elas o Cristianismo, a teoria dos anjos guardiões
estava presente. E tanto na Mesopotâmia quanto na China ou na Índia antiga, na Grécia
arcaica ou na Roma camponesa, que antecederam o mundo clássico, assim como na
Palestina e entre os povos selvagens da América, da Ásia, da África e de todo o mundo, o
culto dos ancestrais sempre existiu. Os manes, penates e deuses lares, ou deuses familiares,
dos romanos e dos egípcios, dos babilônios e dos assírios, dos fenícios e dos cananitas, dos
judeus e dos macedônios, nada mais eram do que espíritos amigos, que velavam pelas
pessoas e pelas famílias.
Por toda parte e em todas as épocas, no mundo inteiro, a investigação histórica e a
pesquisa antropológica nos mostram a existência invariável dessa crença nos espíritos
protetores. Entre os povos selvagens e no seio das maiores e mais esplendentes civilizações,
ela se faz sentir como uma espécie de convicção universal, de intuição natural, que o
homem carrega consigo em todas as latitudes do globo. Sócrates, na Grécia, e Joana D’Arc,
na França, ouviam as vozes amigas dos seus protetores. Descartes, o filósofo que se
considerou inspirado pelo Espírito da Verdade, também tinha o seu protetor. A existência
dos amigos invisíveis é uma realidade incontestável. Mesmo que a consideremos como
simples crença, é impressionante o fato de a encontrarmos em toda parte e em todos os
graus de cultura.
O Espiritismo é a primeira doutrina que não apenas afirma a existência dos espíritos
protetores, mas também procura demonstrá-la e ao mesmo tempo explicá-la à luz da razão.
Para os espíritas, essa existência não constitui uma crença, mas uma certeza, comprovada
pela experiência. Essa posição espírita diante do problema dos amigos invisíveis é
confirmada pela de outras doutrinas espirituais, como a Teosofia, que surgiu pouco depois
da doutrina espírita e estuda com profundidade o problema dos “auxiliares invisíveis”.
É curioso que as demais doutrinas recusem o meio natural de comprovação da
existência dos amigos invisíveis, que é a mediunidade. A própria doutrina teosófica, que em
muitos pontos se aproxima da espírita, admite a prova mediúnica, mas ao mesmo tempo
evita empregá-la. Isso porque há velhos preconceitos, formulados pelas antigas ordens
ocultistas, que consideram a mediunidade perigosa, em vez de considerarem os benefícios
que ela produz e tem produzido em todos os tempos. O Espiritismo estudou profundamente
a mediunidade e nada tem a temer da sua utilização. Pelo contrário, só tem a se beneficiar
com ela, beneficiando ao mesmo tempo o mundo.
Através da mediunidade, a teoria espírita dos espíritos protetores foi dada a Kardec,
segundo a podemos ler em “O Livro dos Espíritos”, no capítulo nono da primeira parte. E
ainda através da mediunidade, essa teoria consoladora e bela vem se confirmando, em todo
o mundo, e ao mesmo tempo se enriquecendo com episódios maravilhosos, nos quais a
verdade das relações espirituais entre os homens e seus amigos invisíveis transparece cada
vez mais. Procuremos estudar essa teoria, examinando-a em seus vários aspectos. Mais do
que nunca, o mundo angustiado de hoje necessita desse esclarecimento e desse conforto,
que a teoria dos espíritos protetores nos oferece, com a garantia de sua veracidade, pela
prova dos fatos mediúnicos. Continuaremos a tratar do assunto, nos próximos números
dessa revista.
José Herculano Pires.
domingo, 6 de janeiro de 2008
PADRE MÉDIUM
Padre Miguel Fernandes, que comanda as paróquias de Santa Filomena e Santa Edwirges, no Distrito Federal, deve dar uma grande "dor de cabeça" à Igreja. Há dezoito anos, ele recebeu o espírito do Frei Fabiano de Cristo e desde então assumiu sua mediunidade (intercâmbio espiritual), desenvolvendo trabalhos filantrópicos e espirituais, sob a orientação do Frei, sobretudo voltados a leprosos e crianças.
Sem papas na língua, ele fala o que vem à tona, critica certos dogmas da Igreja, a exemplo do celibato, defende o ecumenismo e que a Igreja se aproxime mais do seu rebanho. Alerta que a humanidade precisa descobrir o amor de Deus e somente quando isso acontecer é que vai melhorar. Aos 60 anos, mas um problema de coluna o faz andar envergado, apesar de apressado, cuja postura se assemelha com o Frei Damião.
Denomina-se como um padre espiritualista. Todos os sábados à tarde, ele recebe o espírito do Frei Fabiano de Cristo em sua Igreja e atende às pessoas que buscam ajuda espiritual, aplica passes (estender das mãos sobre a cabeça para emitir fluídos magnéticos), justificando que estes são bênçãos. Garante que fruto deste trabalho de ajuda do intercâmbio com o Além, milhares de pessoas melhoraram de vida depois da bênção do Frei Fabiano de Cristo, exemplificando reconciliação de casais, conversão de pessoas que haviam se afastado da Igreja.
Além da mediunidade, Padre Médium disse que já constatou verdades sobre a existência da reencarnação. "Já identifiquei algumas pessoas, com quem convivi em vidas passadas. As almas estas estão prontas desde o início do mundo. São milhares que vão lá (no Além) vem cá e retornam quantas vezes for preciso para evoluir, garante.
Quanto ao ecumenismo, padre Miguel acha que as religiões têm que se unir, para que haja mais amor, mais fraternidade e acabar este puritanismo, sectarismo e proselitismo que imperam. Questionei como seria esta união se cada qual quer defender, com unhas e dentes, suas teorias? "Não precisa buscar ninguém de lá para cá, mas promover união numa conferência, num diálogo. Isso não significa eu ser padre e viver dentro de um terreiro de umbanda, centro espírita ou igreja protestante, mas posso ser amigo do pastor, do pai-de-santo, de um espírita, numa convivência amistosa", respondeu.
Perguntei-lhe ainda qual seria o caminho para aproximar-se de Deus. Ele disse que os ensinamentos de Jesus Cristo é tudo neste processo. "Usar fraternidade com o irmão. Fraternidade, caridade, bondade, mansidão, carinho, amor para com o sofredor. Em pleno século XXI, estão falando em guerra pela inexistência de tudo isso que falei"
E sua mensagem final: "Que todos sejam fiéis a Jesus Cristo e ao evangelho e não sejam fariseus".
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
O TRABALHO DE UM GRUPO ESPÍRITA
Vamos tratar mais precisamente de um assunto prático, relacionado com nosso trabalho comum no grupo. É o seguinte: nós sabemos que toda vez que se organiza um grupo espírita de trabalho, acontecem duas coisas no mundo espiritual; devem acontecer outras que não sabemos. É que lá se organiza também, ou já está organizado antes do nosso aqui, um núcleo de auxílio daqueles espíritos que vão colaborar conosco, que vão nos auxiliar. Esses espíritos se dividem, aparentemente, em dois grupos: uns são aqueles que não se manifestarão, são os espíritos que dirigem, que superintendem o trabalho do grupo e que procuram orientá-lo através de intuições e de mensagens, ou conselhos, dados por outros espíritos. E temos o segundo grupo, que são esses outros espíritos mais ligados a nós, que se manifestam, os que se comunicam na sessão, ajudando-nos, trazendo-nos seus auxílios, seus conselhos, sua orientação e assistindo-nos mesmo na doutrinação e nos trabalhos de desobsessão.