JESUS DE NAZARÉ GUIA E MODELO DA HUMANIDADE.

JESUS DE NAZARÉ GUIA E MODELO DA HUMANIDADE.
O EVANGELHO É O NOSSO REMEDIO A FÉ É A NOSSA CURA.

O evangelho não improvisa heróis e nem relega aos anjos tarefas que devem estar em nossas mãos.


O momento é de prova? Ergue-te e aceita a vida.


sábado, 20 de dezembro de 2008

"O QUE MAIS TE SURPREENDE NA HUMANIDADE?
E ELE RESPONDEU:

"OS HOMENS....PORQUE PERDEM A SAÚDE PARA JUNTAR DINHEIRO, DEPOIS PERDEM DINHEIRO PARA RECUPERAR A SAÚDE.
E POR PENSAREM ANSIOSAMENTE NO FUTURO ESQUECEM O PRESENTE DE TAL FORMA QUE ACABAM POR NÃO VIVER O PRESENTE NEM O FUTURO.
E VIVEM COMO SE NUNCA FOSSEM MORRER...
...E MORREM COMO SE NUNCA TIVESSEM VIVIDO".


Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.

Dalai Lama

O ELIXIR DA LONGA VIDA

Ao tomarmos consciência de que já vivemos muitas vidas no passado e, no futuro, muitas estarão por vir, e que esta existência é apenas mais uma, isto nos dá uma sensação de plenitude perante a Vida.

Você pode Ter 90 anos, mas se pensar que o seu espírito é eterno, esta consciência muda tudo. Se você envelhecer com a consciência da eternidade, você nunca será um velho.

O corpo pode perder um pouco do seu vigor, mas a alma nunca.

Se você pensar que desencarnando dessa experiência de vida, logo virá outra e mais outra, muda todo o enfoque.

A vida fica com um colorido e com um toque mágico. Vivenciar e experenciar ao máximo esta vida, aproveitando cada experiência como única.

Nada aqui é seu, a não ser você. A sua casa, os seus amigos, seu carro, seu corpo e até mesmo o seu nome, tudo é emprestado.

Só você é seu. Só a sua essência, o seu espírito, o amor vivido, suas vivências ou experiências são seus, nada mais.

E o fantástico é saber que levaremos tudo isto para outro plano, vida após vida.

Quantas dimensões invisíveis existem?

Quão misterioso é o Cosmos?

Em quantos corpos o seu espírito já viveu? E em quantos viverá?

Você quer saber onde está a fonte da juventude?

É acreditar que somos eternos.

O espírito não envelhece.

Jamais.

"O elixir da longa vida é a consciência da eternidade."

Euripedes Barsanulfo

A paz começa com um sorriso


Não utilizemos bombas e armas para dominar o mundo. Vamos usar amor e compaixão.

A paz começa com um sorriso - sorri cinco vezes por dia para alguém a quem não gostarias realmente de sorrir – faze isso pela paz.

Então vamos irradiar a paz de Deus e assim acender a Sua luz e extinguir do mundo e dos corações de todos os homens todo o ódio e amor pelo poder.



MadreTeresa de Calcutá

"A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar." [ Martín Luther King ]


"Uma das coisas importantes da não violência é que não busca destruir a pessoa, mas transformá-la." Martín Luther
SÓ EXISTE UMA RELIGIÃO: A RELIGIÃO DO AMOR. SÓ EXISTE UMA LINGUAGEM: A LINGUAGEM: DO CORAÇÃO. SÓ EXISTE UM DEUS: E ESTE É ONIPRESENTE.

SATHYA SAI BABA.

ESTÁS DOENTE?

"E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará," - TIAGO,
5:15.


Todas as criaturas humanas adoecem, todavia, são raros aqueles que
cogitam de cura real.
Se te encontras enfermo, não acredites que a ação medicamentosa,
através da boca ou dos poros, te possa restaurar integralmente.
O comprimido ajuda, a injeção melhora, entretanto, nunca te
esqueças de que os verdadeiros males procedem do coração.
A mente é fonte criadora.
A vida, pouco a pouco, plasma em torno de teus passos aquilo que
desejas.
De que vale a medicação exterior, se prossegues triste, acabrunhado
ou insubmisso?
De outras vezes, pedes o socorro de médicos humanos ou de
benfeitores espirituais, mas, ao surgirem as primeiras melhoras,
abandonas o remédio
ou o conselho salutar e voltas aos mesmos abusos que te conduziram
à enfermidade.
Como regenerar a saúde, se perdes longas horas na posição da cólera
ou do desânimo? A indignação rara, quando justa e construtiva no
interesse geral, é sempre um bem, quando sabemos orientá-la em
serviços de elevação; contudo, a indignação diária, a propósito de
tudo, de todos e de nós mesmos, é um hábito pernicioso, de
conseqüências imprevisíveis.
O desalento, por sua vez, é clima anestesiante,
que entorpece e destrói.
E que falar da maledicência ou da inutilidade, com as quais
despendes tempo valioso e longo em conversação infrutífera,
extinguindo as tuas forças?
Que gênio milagroso te doará o equilíbrio orgânico, se não sabes
calar, nem desculpar, se não ajudas, nem compreendes, se não te
humilhas para
os desígnios superiores, nem procuras harmonia com
os homens?
Por mais se apressem socorristas da Terra e do Plano Espiritual, em
teu favor, devoras as próprias energias, vítima imprevidente do
suicídio indireto.
Se estás doente, meu amigo.. acima de qualquer medicação, aprende
a orar e a entender, a auxiliar e a preparar o coração para Grande
Mudança.
Desapega-te de bens transitórios que te foram emprestados pelo
Poder Divino, de acordo com a Lei do Uso, e lembra-te de que serás,
agora ou depois,
reconduzido à Vida Maior, onde encontramos sempre a própria
consciência.
Foge à brutalidade.
Enriquece os teus fatores de simpatia pessoal, pela prática do amor
fraterno.
Busca a intimidade com a sabedoria, pelo estudo e pela meditação.
Não manches teu caminho.
Serve sempre.
Trabalha na extensão do bem.
Guarda lealdade ao ideal superior que te ilumina o coração e
permanece convicto de que se cultivas a oração da fé viva, em todos
os teus passos, aqui ou além, o Senhor te levantará.



LIVRO, FONTE VIVA: LIÇÃO 86, DITADO A FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER, ESPÍRITO EMMANUEL.

domingo, 30 de novembro de 2008

DIANTE DO SENHOR

"Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a
minha palavra." - Jesus. (JOÃO, 8:43.)

A linguagem do Cristo sempre se afigurou a muitos aprendizes
indecifrável e estranha.
Fazer todo o bem possível, ainda quando os males sejam crescentes
e numerosos.
Emprestar sem exigir retribuição.
Desculpar incessantemente.
Amar os próprios adversários.
Ajudar aos caluniadores e aos maus.
Muita gente escuta a Boa Nova, mas não lhe penetra os
ensinamentos.
Isso ocorre a muitos seguidores do Evangelho, porque se utilizam da
força mental em outros setores.
Crêem vagamente no socorro celeste, nas horas de amargura,
mostrando, porém, absoluto desinteresse ante o estudo e ante a
aplicação das leis divinas.

A preocupação da posse lhes absorve a existência.
Reclamam o ouro do solo, o pão do celeiro, o linho usável, o equilíbrio
da carne, o prazer dos sentidos e a consideração social, com tamanha
volúpia que não se recordam da posição de simples usufrutuários do
mundo em que se encontram, e nunca refletem na transitoriedade de
todos os patrimônios materiais, cuja função única é a de lhes
proporcionar adequado clima ao trabalho na caridade e na luz, para
engrandecimento do espírito eterno.
Registram os chamamentos do Cristo, todavia, algemam
furiosamente a atenção aos apelos da vida primária.
Percebem, mas não ouvem.
Informam-se, mas não entendem.
Nesse campo de contradições, temos sempre respeitáveis
personalidades humanas e, por vezes, admiráveis amigos.
Conservam no coração enormes potenciais de bondade, contudo, a
mente deles vive empenhada no jogo das formas perecíveis.
São preciosas estações de serviço aproveitável, com o equipamento,
porém, ocupado em atividades mais ou menos inúteis.
Não nos esqueçamos, pois, de que é sempre fácil assinalar a
linguagem do Senhor, mas é preciso apresentar-lhe o coração vazio
de resíduos da Terra, para receber-lhe, em espírito e verdade, a
palavra divina.



Livro Fonte viva, lição 48, Francisco Cândido Xavier - Emmanuel (espírito)

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O QUE É O ESPIRITISMO.

O Espiritismo é o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese. Para muitos de nós é o Consolador prometido, que veio, no devido tempo,recordar e complementar o que Jesus ensinou, "restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido", trazendo, assim, à Humanidade as bases reais para sua espiritualização.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Médiuns inspirados

Todo aquele que, tanto no estado normal, como no de êxtase, recebe, pelo
pensamento, comunicações estranhas às suas idéias preconcebidas, pode ser incluído na
categoria dos médiuns inspirados. Estes, como se vê, formam uma variedade da
mediunidade intuitiva, com a diferença de que a intervenção de uma força oculta é aí
muito menos sensível, por isso que, ao inspirado, ainda é mais difícil distinguir o
pensamento próprio do que lhe é sugerido. A espontaneidade é o que, sobretudo,
caracteriza o pensamento deste último gênero. A inspiração nos vem dos Espíritos que
nos influenciam para o bem, ou para o mal, porém, procede, principalmente, dos que
querem o nosso bem e cujos conselhos muito amiúde cometemos o erro de não seguir.
Ela se aplica, em todas as circunstâncias da vida, às resoluções que devamos tomar. Sob
esse aspecto, pode dizer-se que todos são médiuns, porquanto não há quem não tenha
seus Espíritos protetores e familiares, a se esforçarem por sugerir aos protegidos
salutares idéias. Se todos estivessem bem compenetrados desta verdade, ninguém
deixaria de recorrer com freqüência à inspiração do seu anjo de guarda, nos momentos
em que se não sabe o que dizer, ou fazer. Que cada um, pois, o invoque com fervor e
confiança, em caso de necessidade, e muito freqüentemente se admirará das idéias que
lhe surgem como por encanto, quer se trate de uma resolução a tomar, quer de alguma
coisa a compor. Se nenhuma idéia surge, é que é preciso esperar. A prova de que a idéia
que sobrevém é estranha à pessoa de quem se trate esta em que, se tal idéia lhe existira
na mente, essa pessoa seria senhora de, a qualquer momento, utilizá-la e não haveria
razão para que ela se não manifestasse à vontade. Quem não é cego nada mais precisa
fazer do que abrir os olhos, para ver quando quiser. Do mesmo
modo, aquele que possui idéias próprias tem-nas sempre à disposição. Se elas não lhes
vêm quando quer, é que está obrigado a buscá-las algures, que não no seu intimo.
Também se podem incluir nesta categoria as pessoas que, sem serem dotadas de
inteligência fora do comum e sem saírem do estado normal, têm relâmpagos de uma
lucidez intelectual que lhes dá momentaneamente desabitual facilidade de concepção e
de elocução e, em certos casos, o pressentimento de coisas futuras. Nesses momentos,
que com acerto se chamam de inspiração, as idéias abundam, sob um impulso
involuntário e quase febril. Parece que uma inteligência superior nos vem ajudar e que o
nosso espírito se desembaraçou de um fardo.

183. Os homens de gênio, de todas as espécies, artistas, sábios, literatos, são
sem dúvida Espíritos adiantados, capazes de compreender por si mesmos e de conceber
grandes coisas. Ora, precisamente porque os julgam capazes, é que os Espíritos, quando
querem executar certos trabalhos, lhes sugerem as idéias necessárias e assim é que eles,
as mais das vezes, são médiuns sem o saberem. Têm, no entanto, vaga intuição de uma
assistência estranha, visto que todo aquele que apela para a inspiração, mais não faz do
que uma evocação. Se não esperasse ser atendido, por que exclamaria, tão
freqüentemente: meu bom gênio, vem em meu auxílio?
As respostas seguintes confirmam esta asserção:

a) Qual a causa primária da inspiração?
"O Espírito que se comunica pelo pensamento."

b) A revelação das grandes coisas não é que constitui o objeto único da
inspiração?

"Não, a inspiração se verifica, muitas vezes, com relação às mais comuns
circunstâncias da vida. Por exemplo, queres ir a alguma parte: uma voz secreta te diz
que não o faças, porque correrás perigo; ou, então, te diz que faças uma coisa em que
não pensavas. É a inspiração. Poucas pessoas há que não tenham sido mais ou menos
inspiradas em certos momentos."


c) Um autor, um pintor, um músico, por exemplo, poderiam, nos momentos de
inspiração, ser considerados médiuns?
"Sim, porquanto, nesses momentos, a alma se lhes torna mais livre e como que
desprendida da matéria; recobra uma parte das suas faculdades de Espírito e recebe mais
facilmente as comunicações dos outros Espíritos que a inspiram."

LM, item: 182 e 183.

Médiuns audientes

Estes ouvem a voz dos Espíritos. É, como dissemos ao falar da
pneumatofonia, algumas vezes uma voz interior, que se faz ouvir no foro íntimo;
doutras vezes, é uma voz exterior, clara e distinta, qual a de uma pessoa viva. Os
médiuns audientes podem, assim, travar conversação com os Espíritos. Quando têm o
hábito
de se comunicar com determinados Espíritos, eles os reconhecem imediatamente pela
natureza da voz. Quem não seja dotado desta faculdade pode, igualmente, comunicar
com um Espírito, se tiver, a auxiliá-lo, um médium audiente, que desempenhe a função
de intérprete.
Esta faculdade é muito agradável, quando o médium só ouve Espíritos bons, ou
unicamente aqueles por quem chama. Assim, entretanto, já não é, quando um Espírito
mau se lhe agarra, fazendo-lhe ouvir a cada instante as coisas mais desagradáveis e não
raro as mais inconvenientes. Cumpre-lhe, então, procurar livrar-se desses Espíritos,
pelos meios que indicaremos no capítulo da Obsessão.

LM. CAP:XIV, 165.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

A opinião de Divaldo Pereira Franco sobre Ramatís
No dia 15/08/2004, esteve o eminente espírita Divaldo Pereira Franco no Colégio Militar da cidade do Rio de Janeiro, para ofertar sua palavra aos participantes da tradicional feira benficente espírita que ocorre naquele local todos os anos. Vale a lembrança de que este ano, todo o dinheiro arrecadado pela feira foi destinado à Mansão do Caminho, Instituição espírita beneficente que Divaldo sustenta. Ocorre que tive o prazer de ouvir sua preleção, como em outro ano. Diferentemente de outros lugares em que faz palestras, nesta ocasião, Divaldo responde as perguntas feitas pelos circunstantes. E eis que foi colocado em interessante situação, quando anunciou o conhecido espírita Geraldo Guimarães, que havia uma pergunta feita por uma pessoa frequentadora da Sociedade Espírita Ramatís do Rio. O fundo da pergunta era saber-se o que Divaldo Franco pensava de Ramatís. Me surpreendi bastante pela coincidência de eu, um simpatizante deste espírito, estar presente no local, quando não era absolutamente provável que eu ali estivesse, e muito menos que alguém resolveria perguntar algo à Divaldo sobre este espírito. Achava improvável que tudo isto acontecesse... Muito me surpreendi com a resposta de um dos líderes do movimento espírita atual. Intrigante foi saber de sua relação com o mais conhecido médium do espírito Ramatís, chamado Hercílio Maes. Os dois se conheceram quando estavam começando a trilhar o caminho da mediunidade, e a relação era de simpatia. Em seguida Divaldo confirmou a existência do espírito Ramatís, pois disse que o viu nos trajes normalmente conhecidos pelos espiritualistas e espíritas. Disse que Ramatís é uma nobre entidade. Disse que o maior atrativo das obras de Ramatís é a retidão e perfeição moral de seus ensinos. Disse que, realmente, existem mensagens suas que precisam ainda ser confimadas pelo tempo. E parabenizou a todos nós por procurarmos o esclarecimento necessário ao nosso aprendizado espiritual. E é isso amigos, faço este relato concitando aos espíritas que, antes de falarem do que não conhecem, ou de "combaterem a imperfeição", que procurem estudar, separando o que consideram bom ou ruim, mas que utilizem o próprio crivo, sem aquela preguiça de roubar a opinião formada de alguém mais conhecido, mas que talvez seja infeliz em sua opinião. Apenas para que os colegas mais intransigentes não queiram entrar em contenda por causa do assunto, saliento que, até o momento, as obras de Ramatís são consideradas como espiritualistas pela FEB, não como espíritas, o que, a meu ver, não tira o brilho de grandes elucubrações filosófico-morais ditadas por este espírito oriental. Vale terminar este tópico, dizendo que o final do encontro foi lindo. Divaldo contou um caso emocionante de amor fraternal e, ao final, disse algo como: "Que o Sol de Jesus possa brilhar em nossos corações!" Momento exato em que, aparentemente por coincidência, Divaldo conseguiu terminar sua palestra no exato momento das 18 horas, hora em que os sinos de alguma capela existente no Colégio Militar badalam lindamente uma canção religiosa conhecidíssima.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

OS MÉDIUNS

"Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários da acepção comum do termo; são almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram sobremaneira o curso das Leis Divinas, e que resgatam sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. O seu pretérito, muitas veze se encontra enodoado de graves deslizes e erros clamorosos. Quase sempre, são espíritos que tombaram dos cumes sociais pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligencia, que regressam ao orbe terraqueo para se sacrificarem em favor do grande numero de almas que desviaram das sendas luminosas da fé, da caridade e da virtude. São almas arrependidas que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reoganizando, com sacrificios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia"

Emmanuel.

COMUNICAÇÃO COM OS BONS ESPÍRITOS

Quando quiserdes receber comunicações de bons Espíritos, importa vos
prepareis para esse favor pelo recolhi
mento, por intenções puras e pelo desejo de fazer o bem, tendo em vista o progresso
geral. Porque, lembrai-vos de que o egoísmo é causa de retardamento a todo progresso.
Lembrai-vos de que se Deus permite que alguns dentre vós recebam o sopro daqueles
de seus filhos que, pela sua conduta, souberam fazer-se merecedores de lhe
compreender a infinita bondade, é que ele quer, por solicitação nossa e atendendo às
vossas boas intenções, dar-vos os meios de avançardes no caminho que a ele conduz.
Assim, pois, médiuns! aproveitai dessa faculdade que Deus houve por bem
conceder-vos. Tende fé na mansuetude do nosso Mestre; ponde sempre em prática a
caridade; não vos canseis jamais de exercitar essa virtude sublime, assim como a
tolerância. Estejam sempre as vossas ações de harmonia com a vossa consciência e
tereis nisso um meio certo de centuplicardes a vossa felicidade nessa vida passageira e
de preparardes para vós mesmos uma existência mil vezes ainda mais suave.
Que, dentre vós, o médium que não se sinta com forças para perseverar no
ensino espírita, se abstenha; porquanto, não fazendo proveitosa a luz que o ilumina, será
menos escusável do que outro qualquer e terá que expiar a sua cegueira.
Pascal.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.

O VERDADEIRO ESPÍRITA

O verdadeiro espírita jamais deixará de fazer o bem. Lenir
corações aflitos; consolar, acalmar desesperos, operar reformas morais, essa a sua
missão. E nisso também que encontrará satisfação real.

LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP:III, ITEM, 30.

MÉDIUNS INTUITIVOS

A transmissão do pensamento também se dá por meio do Espírito do
médium, ou, melhor, de sua alma,
pois que por este nome designamos o Espírito encarnado. O Espírito livre, neste caso,
não atua sobre a mão, para fazê-la escrever; não a toma, não a guia. Atua sobre a alma,
com a qual se identifica. A alma, sob esse impulso, dirige a mão e esta dirige o lápis.
Notemos aqui uma coisa importante: é que o Espírito livre não se substitui à alma, visto
que não a pode deslocar. Domina-a, mau grado seu, e lhe imprime a sua vontade. Em tal
circunstância, o papel da alma não é o de inteira passividade; ela recebe o pensamento
do Espírito livre e o transmite. Nessa situação, o médium tem consciência do que
escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento. E o que se chama médium
intuitivo.
Mas, sendo assim, dir-se-á, nada prova seja um Espírito estranho quem escreve e
não o do médium. Efetivamente, a distinção é às vezes difícil de fazer-se, porém, pode
acontecer que isso pouca importância apresente. Todavia, é possível reconhecer-se o
pensamento sugerido, por não ser nunca preconcebido; nasce à medida que a escrita vai
sendo traçada e, amiúde, é contrário à idéia que antecipadamente se formara. Pode
mesmo estar fora dos limites dos conhecimentos e capacidades do médium.
O papel do médium mecânico é o de uma máquina; o médium intuitivo age como
o faria um intérprete. Este, de fato, para transmitir o pensamento, precisa compreendêlo,
apropriar-se dele, de certo modo, para traduzi-lo fielmente e, no entanto, esse
pensamento não é seu, apenas lhe atravessa o cérebro. Tal precisamente o papel do
médium intuitivo.

LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XV.

MÉDIUNS FALANTES

Os médiuns audientes, que apenas transmitem o que ouvem, não são,
a bem dizer, médiuns falantes. Estes últimos, as mais das vezes, nada ouvem. Neles, o
Espírito atua sobre os órgãos da palavra, como atua sobre a mão dos médiuns
escreventes. Querendo comunicar-se, o Espírito se serve do órgão que se lhe depara
mais flexível no médium. A um, toma da mão; a outro, da palavra; a um terceiro, do
ouvido. O médium falante geralmente se exprime sem ter consciência do que diz e
muitas vezes diz coisas completamente estranhas às suas idéias habituais, aos seus
conhecimentos e, até, fora do alcance de sua inteligência. Embora se ache perfeitamente
acordado e em estado normal, raramente guarda lembrança do que diz. Em suma, nele, a
palavra é um instrumento de que se serve o Espírito, com o qual uma terceira pessoa
pode comunicar-se, como pode com o auxilio de um médium audiente.
Nem sempre, porém, é tão completa a passividade do médium falante. Alguns há
que têm a intuição do que dizem, no momento mesmo em que pronunciam as palavras.
Voltaremos a ocupar-nos com esta espécie de médiuns, quando tratarmos dos médiuns
intuitivos.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XV.
Perguntastes se a multiplicidade dos grupos, em uma mesma localidade, não
seria de molde a gerar rivalidades prejudiciais à Doutrina. Responderei que os que se
acham imbuídos dos verdadeiros princípios desta Doutrina vêem unicamente irmãos em
todos os espíritas, e não rivais. Os que se mostrassem ciosos de outros grupos
provariam existir-lhes no íntimo uma segunda intenção, ou o sentimento do amorpróprio,
e que não os guia o amor da verdade. Afirmo que, se essas pessoas se achassem
entre vós, logo semeariam no vosso grupo a discórdia e a desunião.
O verdadeiro Espiritismo tem por divisa benevolência e caridade. Não admite
qualquer rivalidade, a não ser a do bem que todos podem fazer. Todos os grupos que
inscreverem essa divisa em suas bandeiras estenderão uns aos outros as mãos, como
bons vizinhos, que não são menos amigos pelo fato de não habitarem a mesma casa.
Os que pretendam que os seus guias são Espíritos melhores que os dos outros
deverão prová-lo, mostrando melhores sentimentos. Haja, pois, luta entre eles, mas
luta de grandeza dalma, de abnegação, de bondade e de humildade. O que atirar pedra a
outro provará, por esse simples fato, que se acha influenciado por maus Espíritos. A
natureza dos sentimentos recíprocos que dois homens manifestem é a pedra de toque
para se conhecer a natureza dos Espíritos que os assistem.
Fénelon.
LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.

O DOM DA MEDIUNIDADE

O dom da mediunidade é tão antigo quanto o mundo. Os profetas eram médiuns.
Os mistérios de Elêusis se fundavam na mediunidade. Os Caldeus, os Assírios tinham
médiuns. Sócrates era dirigido por um Espírito que lhe inspirava os admiráveis
princípios da sua filosofia; ele lhe ouvia a voz. Todos os povos tiveram seus médiuns e
as inspirações de Joana d'Arc não eram mais do que vozes de Espíritos benfazejos que a
dirigiam.
Esse dom, que agora se espalha, raro se tornara nos séculos medievos; porém,
nunca desapareceu. Swedenborg e seus adeptos constituíram numerosa escola. A França
dos últimos séculos, zombeteira e preocupada com uma filosofia que, pretendendo
extinguir os abusos da intolerância religiosa, abafava sob o ridículo tudo o que era ideal,
a França tinha que afastar o Espiritismo, que progredia sem cessar ao Norte.
Permitira Deus essa luta das idéias positivas contra as idéias espiritualistas,
porque o fanatismo se constituíra a arma destas últimas. Agora, que os progressos da
indústria e da ciência desenvolveram a arte de bem viver, a tal ponto que as tendências
materiais se tornaram dominantes, quer Deus que os Espíritos sejam reconduzidos aos
interesses da alma. Quer que o aperfeiçoamento do homem moral se torne o que deve
ser, isto é, o fim e o objetivo da vida.
O Espírito humano segue em marcha necessária, imagem da graduação que
experimenta tudo o que povoa o Universo visível e invisível. Todo progresso vem na
sua hora: a da elevação moral soou para a Humanidade. Ela
não se operará ainda nos vossos dias; mas, agradecei ao Senhor o haver permitido
assistais à aurora bendita.
Pedro Jouty (pai do médium).

LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.





Todos os médiuns são, incontestavelmente, chamados a servir à causa do
Espiritismo, na medida de suas faculdades, mas bem poucos há que não se deixem
prender nas armadilhas do amor-próprio. E uma pedra de toque, que raramente deixa de
produzir efeito. Assim é que, sobre cem médiuns, um, se tanto, encontrareis que, por
muito ínfimo que seja, não se tenha julgado, nos primeiros tempos da sua mediunidade,
fadado a obter coisas superiores e predestinado a grandes missões. Os que sucumbem a
essa vaidosa esperança, e grande é o número deles, se tornam inevitavelmente presas de
Espíritos obsessores, que não tardam a subjugá-los, lisonjeando-lhes o orgulho e
apanhando-os pelo seu fraco. Quanto mais pretenderem eles elevar-se, tanto mais
ridícula lhes será a queda, quando não desastrosa.
As grandes missões só aos homens de escol são confiadas e Deus mesmo os
coloca, sem que eles o procurem, no meio e na posição em que possam prestar concurso
eficaz. Nunca será demais eu recomende aos médiuns inexperientes que desconfiem do
que lhes podem certos Espíri465
DISSERTAÇÕES ESPÍRITAS
tos dizer, com relação ao suposto papel que eles são chamados a desempenhar,
porquanto, se o tomarem a sério, só desapontamentos colherão nesse mundo, e, no
outro, severo castigo.
Persuadam-se bem de que, na esfera modesta e obscura onde se acham
colocados, podem prestar grandes serviços, auxiliando a conversão dos incrédulos,
prodigalizando consolação aos aflitos. Se daí deverem sair, serão conduzidos por mão
invisível, que lhes preparará os caminhos, e serão postos em evidência, por assim dizer,
a seu mau grado.
Lembrem-se sempre destas palavras: "Aquele que se exalçar será humilhado e o
que se humilhar será exalçado."
O Espírito de Verdade.

LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI

DOS MEDIÚNS

Todos os homens são médiuns, todos têm um Espírito que os dirige para o bem,
quando sabem escutá-lo. Agora, que uns se comuniquem diretamente com ele, valendose
de uma mediunidade especial, que outros não o escutem senão com o coração e com
a inteligência, pouco importa: não deixa de ser um Espírito familiar quem os aconselha.
Chamai-lhe espírito, razão, inteligência, é sempre uma voz que responde à vossa alma,
pronunciando boas palavras. Apenas, nem sempre as compreendeis.
Nem todos sabem agir de acordo com os conselhos da razão, não dessa razão
que antes se arrasta e rasteja do que caminha, dessa razão que se perde no emaranhado
dos interesses materiais e grosseiros, mas dessa razão que eleva o homem acima de si
mesmo, que o transporta a regiões desconhecidas, chama sagrada que inspira o artista e
o poeta, pensamento divino que exalça o filósofo, arroubo que arrebata os indivíduos e
povos, razão que o vulgo não pode compreender, porém que ergue o homem e o
aproxima de Deus, mais que nenhuma outra criatura, entendimento que o conduz do
conhecido ao desconhecido e lhe faz executar as coisas mais sublimes.
Escutai essa voz interior, esse bom gênio, que incessantemente vos fala, e
chegareis progressivamente a ouvir
o vosso anjo guardião, que do alto dos céus vos estende as mãos. Repito: a voz íntima
que fala ao coração é a dos bons Espíritos e é deste ponto de vista que todos os homens
são médiuns.
Channing.

LIVRO DOS MÉDIUNS, CAP: XXXI.




terça-feira, 15 de janeiro de 2008

OS ESPÍRITOS PROTETORES -- AMIGOS INVÍSIVEIS

Teremos realmente amigos invisíveis, que nos seguem na vida terrena com a ternura
e a dedicação de verdadeiros anjos da guarda, segundo ensina a Doutrina Espírita? Para
responder a esta pergunta, devemos lembrar, primeiramente, que a existência dessas
entidades benignas não foi inventada pelo Espiritismo. Desde as aulas de catecismo, nas
igrejas católicas, ouvimos falar nos anjos da guarda, e na maioria das grandes religiões
universais encontramos essa teoria, sob diferente formas, mas sempre idêntica no conteúdo.
Nas religiões clássicas, do mundo greco-romano, eram os deuses mitológicos que
velavam pelas criaturas. Nas chamadas religiões orientais, que no fim dos tempos
invadiram o Império Romano, e entre elas o Cristianismo, a teoria dos anjos guardiões
estava presente. E tanto na Mesopotâmia quanto na China ou na Índia antiga, na Grécia
arcaica ou na Roma camponesa, que antecederam o mundo clássico, assim como na
Palestina e entre os povos selvagens da América, da Ásia, da África e de todo o mundo, o
culto dos ancestrais sempre existiu. Os manes, penates e deuses lares, ou deuses familiares,
dos romanos e dos egípcios, dos babilônios e dos assírios, dos fenícios e dos cananitas, dos
judeus e dos macedônios, nada mais eram do que espíritos amigos, que velavam pelas
pessoas e pelas famílias.
Por toda parte e em todas as épocas, no mundo inteiro, a investigação histórica e a
pesquisa antropológica nos mostram a existência invariável dessa crença nos espíritos
protetores. Entre os povos selvagens e no seio das maiores e mais esplendentes civilizações,
ela se faz sentir como uma espécie de convicção universal, de intuição natural, que o
homem carrega consigo em todas as latitudes do globo. Sócrates, na Grécia, e Joana D’Arc,
na França, ouviam as vozes amigas dos seus protetores. Descartes, o filósofo que se
considerou inspirado pelo Espírito da Verdade, também tinha o seu protetor. A existência
dos amigos invisíveis é uma realidade incontestável. Mesmo que a consideremos como
simples crença, é impressionante o fato de a encontrarmos em toda parte e em todos os
graus de cultura.
O Espiritismo é a primeira doutrina que não apenas afirma a existência dos espíritos
protetores, mas também procura demonstrá-la e ao mesmo tempo explicá-la à luz da razão.
Para os espíritas, essa existência não constitui uma crença, mas uma certeza, comprovada
pela experiência. Essa posição espírita diante do problema dos amigos invisíveis é
confirmada pela de outras doutrinas espirituais, como a Teosofia, que surgiu pouco depois
da doutrina espírita e estuda com profundidade o problema dos “auxiliares invisíveis”.
É curioso que as demais doutrinas recusem o meio natural de comprovação da
existência dos amigos invisíveis, que é a mediunidade. A própria doutrina teosófica, que em
muitos pontos se aproxima da espírita, admite a prova mediúnica, mas ao mesmo tempo
evita empregá-la. Isso porque há velhos preconceitos, formulados pelas antigas ordens
ocultistas, que consideram a mediunidade perigosa, em vez de considerarem os benefícios
que ela produz e tem produzido em todos os tempos. O Espiritismo estudou profundamente
a mediunidade e nada tem a temer da sua utilização. Pelo contrário, só tem a se beneficiar
com ela, beneficiando ao mesmo tempo o mundo.
Através da mediunidade, a teoria espírita dos espíritos protetores foi dada a Kardec,
segundo a podemos ler em “O Livro dos Espíritos”, no capítulo nono da primeira parte. E
ainda através da mediunidade, essa teoria consoladora e bela vem se confirmando, em todo
o mundo, e ao mesmo tempo se enriquecendo com episódios maravilhosos, nos quais a
verdade das relações espirituais entre os homens e seus amigos invisíveis transparece cada
vez mais. Procuremos estudar essa teoria, examinando-a em seus vários aspectos. Mais do
que nunca, o mundo angustiado de hoje necessita desse esclarecimento e desse conforto,
que a teoria dos espíritos protetores nos oferece, com a garantia de sua veracidade, pela
prova dos fatos mediúnicos. Continuaremos a tratar do assunto, nos próximos números
dessa revista.
José Herculano Pires.

domingo, 6 de janeiro de 2008

PADRE MÉDIUM

Padre Miguel Fernandes, que comanda as paróquias de Santa Filomena e Santa Edwirges, no Distrito Federal, deve dar uma grande "dor de cabeça" à Igreja. Há dezoito anos, ele recebeu o espírito do Frei Fabiano de Cristo e desde então assumiu sua mediunidade (intercâmbio espiritual), desenvolvendo trabalhos filantrópicos e espirituais, sob a orientação do Frei, sobretudo voltados a leprosos e crianças.

Sem papas na língua, ele fala o que vem à tona, critica certos dogmas da Igreja, a exemplo do celibato, defende o ecumenismo e que a Igreja se aproxime mais do seu rebanho. Alerta que a humanidade precisa descobrir o amor de Deus e somente quando isso acontecer é que vai melhorar. Aos 60 anos, mas um problema de coluna o faz andar envergado, apesar de apressado, cuja postura se assemelha com o Frei Damião.

Denomina-se como um padre espiritualista. Todos os sábados à tarde, ele recebe o espírito do Frei Fabiano de Cristo em sua Igreja e atende às pessoas que buscam ajuda espiritual, aplica passes (estender das mãos sobre a cabeça para emitir fluídos magnéticos), justificando que estes são bênçãos. Garante que fruto deste trabalho de ajuda do intercâmbio com o Além, milhares de pessoas melhoraram de vida depois da bênção do Frei Fabiano de Cristo, exemplificando reconciliação de casais, conversão de pessoas que haviam se afastado da Igreja.

Além da mediunidade, Padre Médium disse que já constatou verdades sobre a existência da reencarnação. "Já identifiquei algumas pessoas, com quem convivi em vidas passadas. As almas estas estão prontas desde o início do mundo. São milhares que vão lá (no Além) vem cá e retornam quantas vezes for preciso para evoluir, garante.

Quanto ao ecumenismo, padre Miguel acha que as religiões têm que se unir, para que haja mais amor, mais fraternidade e acabar este puritanismo, sectarismo e proselitismo que imperam. Questionei como seria esta união se cada qual quer defender, com unhas e dentes, suas teorias? "Não precisa buscar ninguém de lá para cá, mas promover união numa conferência, num diálogo. Isso não significa eu ser padre e viver dentro de um terreiro de umbanda, centro espírita ou igreja protestante, mas posso ser amigo do pastor, do pai-de-santo, de um espírita, numa convivência amistosa", respondeu.

Perguntei-lhe ainda qual seria o caminho para aproximar-se de Deus. Ele disse que os ensinamentos de Jesus Cristo é tudo neste processo. "Usar fraternidade com o irmão. Fraternidade, caridade, bondade, mansidão, carinho, amor para com o sofredor. Em pleno século XXI, estão falando em guerra pela inexistência de tudo isso que falei"

E sua mensagem final: "Que todos sejam fiéis a Jesus Cristo e ao evangelho e não sejam fariseus".



terça-feira, 1 de janeiro de 2008

O TRABALHO DE UM GRUPO ESPÍRITA

Vamos tratar mais precisamente de um assunto prático, relacionado com nosso trabalho comum no grupo. É o seguinte: nós sabemos que toda vez que se organiza um grupo espírita de trabalho, acontecem duas coisas no mundo espiritual; devem acontecer outras que não sabemos. É que lá se organiza também, ou já está organizado antes do nosso aqui, um núcleo de auxílio daqueles espíritos que vão colaborar conosco, que vão nos auxiliar. Esses espíritos se dividem, aparentemente, em dois grupos: uns são aqueles que não se manifestarão, são os espíritos que dirigem, que superintendem o trabalho do grupo e que procuram orientá-lo através de intuições e de mensagens, ou conselhos, dados por outros espíritos. E temos o segundo grupo, que são esses outros espíritos mais ligados a nós, que se manifestam, os que se comunicam na sessão, ajudando-nos, trazendo-nos seus auxílios, seus conselhos, sua orientação e assistindo-nos mesmo na doutrinação e nos trabalhos de desobsessão.


JOSÉ HERCULANO PIRES

J. HERCULANO PIRES nasceu em 25-9-1914 na antiga província de Avaré, no Estado de São Paulo, e desencarnou em 9-3-1979, em São Paulo. Filho de José Pires Correa e de D. Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, Sonhos Azuis (contos), e aos 18, o segundo livro, Coração (poemas livres de sonetos). Já colaborava nos jornais e revistas das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores da União Artística do Interior. Mudou-se para Marília em 1940, onde adquiriu o jornal Diário Paulista e o dirigiu durante 6 anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nichemja Sigal, Anathol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou Estradas e Ruas (poemas), que Érico Veríssimo e Sérgio Millet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, O Caminho do Meio, que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schimidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados, onde manteve, também, por quase 20 anos, a coluna espírita com o pseudômino de “Irmão Saulo”. Exerceu essas funções na Rua Sete de Abril por cerca de trinta anos. Em 1958 bacharelou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo, e pela mesma Universidade licenciou-se em Filosofia, tendo publicado uma tese existencial: O Ser e a Serenidade. Autor de mais de cem livros de Filosofia, Ensaios, Histórias, Psicologia, Espiritismo e Parapsicologia, sendo a sua maioria inteiramente dedicada ao estudo e à divulgação da Doutrina Espírita, e vários de parceria com Chico Xavier. Lançou a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances de Ficção Científica e Paranormal. Foi diretor-fundador da Revista de Educação Espírita publicada pela Edicel. Em 1954 publicou Barrabás, que mereceu Prêmio do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo em 1958, constituindo o primeiro volume da trilogia Caminhos do Espírito. Em 1975 publicou Lázaro e, com o romance Madalena, editado pela Edicel em maio de 1979, a concluiu. Ao desencarnar, deixou vários originais, os quais vêm sendo publicados pelas Editoras Paidéia e Edicel.